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Protocolo de Pesquisa com o Ministério da Saúde

A eficácia das cirurgias da obesidade no tratamento do Diabetes 2 e na Síndrome Metabólica (HIpertensao Arterial, Colesterol, Triglicerides, etc) vem sendo verificada e estudada intensamente na ultima década.

Este efeito por vezes é independente da perda de peso e despertou interesse para que pudessemos tratar pacientes que não necessitassem de perda de peso, mas fossem Diabéticos 2 e/ou com Síndrome Metabólica.

No IMC > 35, isto já esta estabelecido e comprovado. No IMC entre 30-35 várias Sociedades Internacionais recomendam que o tratamento cirurgico seja considerado em casos selecionados, porém existe alguma discussão sobre qual a melhor técnica. A tendência internacional é apontar neste momento o BYPASS GÁSTRICO como o padrão ouro.

No entanto no IMC < 30 a controvérsia aumenta bastante e não há consenso.

O que procuramos é a Cirurgia com maior efeito Metabólico (hoje o DUODENAL SWITCH), com o menor impacto nutricional (hoje a GASTRECTOMIA VERTICAL, pois não desvia o intestino).

Uma opção proposta no Brasil pelo Dr Áureo Ludovico é realizar o DUODENAL SWITCH sem o desvio intestinal, e ao invés disso INTERPOR um seguimento intestinal distal logo após o estomago, esta é a GASTRECTOMIA VERTICAL COM INTERPOSIÇÃO ILEAL.

Desta forma ocorre uma inversão, a comida logo após sair do estomago passa por um seguimento distal do intestino antes do seguimento proximal, sem desvio, mantendo os nutrientes.

Estudos posteriores mostraram que sem desviar pelo menos o Duodeno a cirurgia perde eficácia no tratamento do Diabetes 2, sendo assim foi modificada.

Esta é então a GASTRECTOMIA VERTICAL COM INTERPOSIÇÃO ILEAL NO DUODENO. Um DUODENAL SWITCH com o mínimo possível de desvio intestinal.

Esta técnica tem como crítica a maior dificuldade técnica e a necessidade de cirurgião extremamente experiente em Cirurgia da Obesidade/Metabólica, particularmente com o DUODENAL SWITCH.

Percebam na figura acima que no DUODENAL SWITCH a junção da alças intestinais (seta verde) esta próxima ao final do intestino delgado, reduzindo bastante a absorção.

Na figura sequinte, GASTRECTOMIA VERTICAL COM INTERPOSIÇÃO ILEAL NO DUODENO, esta junção (seta verde) está bem mais distante, mantendo melhor absorção de nutrientes.

Participamos de protocolo de estudo aprovado pelo MINISTÉRIO DA SAÚDE, no HOSPITAL SÍRIO LIBANÊS comparando esta nova técnica com o que já temos, o BYPASS GASTRICO e o tratamento MEDICAMENTOSO. Parece ser um campo promissor com novas perspectivas para o DIABETES 2, e com a padronização e simplificação da técnica outros serviços poderão oferecer este tratamento.

Os resultados serão avaliados e publicados nas revistas médicas.

 

Mais informações, acesse aqui: Protocolo para Tratamento Cirúrgico do Diabetes 2

Dr. Marcelo Z. Salem - CRM 59.961 - Mestre e Doutor pela Faculdade de Medicina da USP

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